Ressalto

De Princípio, como dizem, é tudo muito incerto e de certo apenas temos o fim. Na verdade, deste, temos apenas como certeza o fato de que um dia chegará, mas ainda não existem métodos ou possibilidades de dedução: nem de datas, horas, um dia, um naquela semana. Ou seja, o “quando” ainda é desconhecido. Por vezes temos convicção de que isto é mentira (ou o calor do momento cria a insensatez despreocupação, em meio ao ambiente, quando altamente propício). Outras vezes ainda temos certeza de que o tão almejado ponto final está próximo, o que também não é muito confiável tendo em vista já tantos especialistas no assunto errarem sobre quem iria ou não morrer. Não seria muito sensato, portanto, ignorar quaisquer “um” sendo que esse mísero “um” pode ser vital dentro de qualquer contexto e realmente ser a diferença entre zero e alguma coisa, entre viver e morrer.
Parece um grande clichê quando te dizem para persistir honesto e que o importante mesmo é ser feliz, ao invés de endinheirado, como aprendemos ao longo de mais um processo amarrado ao amadurecimento superficial, que temos como normalidade atualmente. É como se fazendo “coisas de gente grande”, para todos eles você realmente se torne mais maduro, responsável, consciente, detentor de qualquer tipo de razão ou ainda convicção de alguns pontos de vista particulares, provindos de experiências próprias ou adquiridas de outras pessoas, próximas ou não, conhecidas ou não, verídicas ou não.
Tente.
Se arrisque.
Erre quantas vezes forem necessárias.
Erre até alcançar qualquer tipo de progresso.
E por fim, Nunca tenha medo de errar, não tenha medo de cair, mas tenha cuidado para não derrubar ninguém a sua volta. Não se esqueça de todos estes erros, quer dizer, não se esqueça deles para usá-los como referência, uma maneira de não errar mais.
Indo ainda um pouco mais além, quero dizer que você não deve sofrer por antecedência, nem sofra por amor, senão acaba sofrendo dobrado.
Se mantenha atento, porque sempre quem mais se importa é quem menos demonstra. Viva o segundo, viva o agora, esqueça o que já se foi, o que já tem outro dono; preserve o que conquistou, seja esta coisa grande ou pequena, seja nada, viva o nada!
Viva a falta de preocupações. Viva o desapego, viva o afeto.
Viva o que achar digno de viver, viva qualquer coisa, mas viva algo real.

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