Globalização de valores ultrapassados

Desde a antiguidade existe um “sentimento” entre as relações interpessoais, uma necessidade que alguns indivíduos aprendem e utilizam de maneira exagerada, uma busca incansável pelo poder sem limites, denominada posteriormente como ganância. Quando forçado a competir, em qualquer ambiente, a grande maioria das pessoas perde o controle desse instinto competitivo, que foi adquirido pela permanência de contato com esses tais ambientes altamente impróprios em certas fases da vida e que nas proporções certas pode fazer qualquer sujeito se desumanizar através dos métodos que promove a própria ascenção, dentro de uma espécie hierarquica de delegação de deveres ou funções.
Atualmente a organização da Sociedade chegou a um ponto com diagnóstico trágico, essa alienação dos indivíduos membros da maioria obrigados a “lutar” pela própria sobrevivência e que competem pelo ampliamento do poder próprio; seja ele econômico (aquisitivo), político (influência) ou militar (opressão).
Os avanços são extremamente pequenos quando comparados aos níveis do progresso tecnológico, no mundo, atualmente. É como controlar marionetes, num tenebroso teatro de bonecos que caminha de maneira acelerada em direção ao colapso total. Usam o discurso empoeirado no qual enfatizam a necessidade de “ser alguém”, é como se uma mentira contada infinitas vezes a nível mundial, se tornasse uma verdade. Níveis de desigualdade nunca vistos e nunca tão pouco mostrados, até mesmo quem tem acesso à informação prefere ignorar tudo o que aprende na escola e seguir na fila de um emprego, em qualquer linha de produção (por exemplo) em busca de um salário maior a cada ano.
No entanto, enquanto houver hierarquias e discriminações tão assíduas e aparentemente vistas como parte da normalidade imposta pelo sistema, enquanto houver a manipulação descarada dos meios de comunicação em massa, o verdadeiro potencial humano será suprimido, ainda, a uma cota não alcançada ao final de cada mês, sendo obrigado a permanecer nessa posição de operário a serviço, de fato, do Capitalismo.

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